De todas as coisas.

Toda vez que a gente se encontrar eu vou precisar escrever, nem que seja pra dizer que ninguém mais sorri como você, não que eu tenha notado. E que você parece sempre confuso o que me deixa insegura de te tirar do papel, talvez te viver seja mais difícil do que imagino. Dos meus sonhos você é o meu favorito e eu não estou falando daquele crush que a gente tem no ônibus que mais parece alívio quando a pessoa pede pra segurar nossas coisas, to falando de te procurar por ai na esperança de que você frequente os mesmos lugares que eu, ou aquilo das pessoas olharem pra mim e lembram de ti, mas nunca perguntam nada por ser tudo tão nosso.
Aquele amor que você sente um friozinho quando vê o outro socializando por ai, calma não é nada possessivo só fico pensando se é esse tipo que você mais gosta ou se seria o tipo desajeitada. Aquele amor que deixa dúvida se você estava me olhando ou só estava com pensamento em outro lugar. 
Não sei porque ainda não se encontrou aqui, em mim, te descrevo a tanto tempo que já perdi a conta, o tempo e até o medo. Esse texto por exemplo, era pra você e agora não é mais, eu disfarço ele falando que é de tudo, de todas as coisas, sendo você uma delas se sinta a vontade pra dizer o que quiser pois o teu silêncio me perturba. 



Esse texto é assim bagunçado mesmo, talvez um dia eu venha aqui e mude tudo, ou não. Juntei todos os meus pensamentos engavetados de uns dias atrás, que por sinal foram bem cansativos, o lado bom é que estou de volta!
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