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| De um dia de amor! |
Eu não sei falar de amor, são incontáveis as vezes em que tento escrever sobre o amor e nada muito relevante sai de mim. Eu não sei o que acontece, talvez viver um amor já seja um desafio grande suficiente para não precisar escrever. E para compensar essa minha incapacidade vamos falar de borboletas.
Se tem uma coisa que demonstra o capricho e cuidado de Deus com suas criações, são as borboletas. Você já viu como elas são lindas? Se não, preste atenção da próxima vez que ver uma. Um dia eu e meu irmão resolvemos tentar pegar uma, ela estava voando baixo parecia sem rumo, quando finalmente conseguimos que ela posasse no meu braço a primeira coisa que pensei foi devolver a pobrezinha para seu lugar. Depois de uns segundos reparei nos seus detalhes, ela era laranja e preta e eu queria guardá-la num pote e me encantar com seus detalhes todos os dias.
Da mesma forma é o amor, ele vem de repente, correndo atrás dele ou não, e quando ele chegar nós vamos querer fugir pra longe mas em poucos segundos estaremos encantados com seus detalhes. O amor é um ciclo ele pode ser longo para a vida toda, ou ele pode ser tão rápido e delicado quanto uma borboleta na sua mão. A graça real do amor é deixar que as borboletas façam parte dele, o amor e as borboletas são tão parecidos que você também vai querer coloca-lo num pote e ter somente para você, mas por favor não faça isso, os dois morreriam sufocados; Alguns amores você só vai perceber que talvez tivesse ficado na sua vida quando forem embora, então quando eles aparecerem não fuja, estando na barriga ou fora, não mande embora as borboletas. Ah! Me desculpe ser tão leiga nesse negocio de amar, mas do pouco que entendo é que sem borboletas no estomago não se tem amor. Obrigada por me ler!!
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